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Associação de consumidores Proteste avaliou 46 planos de 12 seguradoras para encontrar o melhor custo-benefício.

Você está de férias em Nova York caminhando pela Quinta Avenida em direção ao Madison Square Park. Na altura do cruzamento com a Broadway, uma buzina seguida de um estrondo chamam atenção, mas não dá tempo nem de ver o que houve e você é atropelado por um táxi que furou o sinal vermelho, bateu em outro veículo e invadiu a calçada. Já pensou se você não tivesse seguro?

Pensando na importância de estar protegido em caso de imprevistos durante uma viagem ao exterior, a associação de consumidores Proteste levantou as opções de seguros de viagem que oferecem o melhor custo-benefício aos viajantes.

A Proteste cotou, em setembro de 2016, os preços de seguros para dois pacotes de viagens de 15 dias ao exterior nos valores de 30 mil euros (para a Europa) e 50 mil dólares (para os Estados Unidos). Foram pesquisados 46 planos, 26 deles com cobertura em euro e 20 com cobertura em dólar, de 12 seguradoras diferentes.

As seguradoras consultadas foram: Intermac, Segurviaje, Mondial, International Travel, Travel Ace, Assist Card, Omint, STB, MIC, Tourist Card, Bradesco e Itaú.

Para chegar na avaliação final, a Proteste deu uma nota de zero a cem para cada um dos 14 itens que podem ou devem fazer parte de um seguro de viagem, de acordo com o tamanho de cada cobertura. Cada nota teve um peso para compor a avaliação final. Os itens obrigatórios tiveram o peso maior (20% cada um).

Os itens avaliados foram: despesas médicas e hospitalares por acidente/enfermidade; despesas médicas e hospitalares em caso de doença preexistente; morte acidental; invalidez por acidente; assistência odontológica; assistência jurídica; empréstimo de fiança em caso de acidente; bagagem extraviada; demora na entrega de bagagem; traslado de corpo; repatriação sanitária; traslado médico; cancelamento de voo; e auxílio financeiro emergencial.

“Para contratar o seguro de viagem, o consumidor paga de forma antecipada pelo produto, mas o valor costuma ser relativamente baixo, em função das coberturas”, diz Rodrigo Alexandre, técnico da Proteste responsável pelo levantamento.

Ele cita que houve, em 2016, uma mudança nas regras para este tipo de produto. “Antes, havia apenas duas coberturas obrigatórias: morte e invalidez permanente. Agora, também são obrigatórias as despesas médicas, hospitalares e odontológicas”, afirma. “Os seguros precisam oferecer, obrigatoriamente, pelo menos um dos serviços básicos (como traslado de corpo, traslado médico e regresso sanitário).”

Em relação a doenças crônicas ou preexistentes, segundo a nova regra, a indenização por despesas médicas, hospitalares e odontológicas em viagens nacionais e internacionais deve cobri-las em caso de emergência ou urgência.

Resultado

Entre os seis planos com cobertura em euro que tiveram as maiores avaliações finais, todos considerados de “boa qualidade” (nota acima de 50%), a Proteste destacou como a melhor escolha o seguro AC 35 Europa, da Assist Card. Foi a opção mais em conta no top seis, de 222,01 reais. A diferença entre o valor desse plano para o mais caro do top seis, o seguro Business Class da Omint, é de 1.369,44 reais.

Já entre os seis planos com cobertura em dólar que tiveram as maiores avaliações finais, também todos considerados de “boa qualidade”, o Top Internacional, da Bradesco Seguros, foi eleito a melhor escolha pela Proteste. O valor desse seguro ficou em 260,24 reais. A diferença entre o preço desse plano para o mais caro do top seis, o Easy 250 da STB, é de 408,04 reais.

Fonte: https://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/vai-viajar-ao-exterior-veja-quais-sao-os-melhores-seguros/